A diferença entre TDA e TDAH refere-se a dois transtornos do neurodesenvolvimento que compartilham características, mas se distinguem principalmente pela presença ou ausência de hiperatividade. TDA, ou Transtorno do Déficit de Atenção, é caracterizado por dificuldades significativas na manutenção da atenção e foco, enquanto TDAH, ou Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, inclui os mesmos sintomas de desatenção, mas também apresenta comportamentos hiperativos e impulsivos.
Ambos os transtornos podem impactar a vida diária de uma pessoa, afetando seu desempenho escolar, social e profissional. O TDA é frequentemente subdiagnosticado, pois as crianças afetadas podem parecer sonhadoras ou desatentas, mas não mostram os comportamentos inquietos típicos de quem tem TDAH. A dificuldade em se concentrar em tarefas que não são consideradas interessantes é um traço comum a ambos, mas no TDAH, essas dificuldades são acompanhadas por energia excessiva e uma necessidade de se mover.
A principal semelhança entre TDA e TDAH é a dificuldade em focar. As pessoas que sofrem com qualquer uma das condições podem apresentar sintomas como:
No TDAH, além dos sintomas de desatenção, também se observa sintomas de hiperatividade e impulsividade, que incluem:
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem altamente recomendada para indivíduos com TDA ou TDAH. Essa terapia trabalha com a identificação e modificação de padrões de pensamento e comportamento disfuncionais, ajudando o indivíduo a desenvolver estratégias para gerenciar a desatenção e a impulsividade. Além disso, a TCC promove técnicas de organização e foco, essenciais para aqueles que lidam com esses transtornos.
Entre os principais benefícios da terapia cognitivo-comportamental, podemos destacar:
A terapia cognitivo-comportamental é indicada para crianças, adolescentes e adultos que apresentam sintomas de TDA ou TDAH. No entanto, deve ser aplicada por profissionais qualificados e que tenham experiência no tratamento desses transtornos. É importante que a terapia seja customizada para atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Contraindicações são raras, mas é essencial ter um diagnóstico adequado e evitar tratamentos inadequados que possam agravar os sintomas.
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