women with tda refere-se a um grupo de mulheres diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), uma condição neurológica que afeta a capacidade de concentração e o controle de impulsos. Esse transtorno, muitas vezes subdiagnosticado em mulheres, pode manifestar-se de maneira diferente do que nos homens, incluindo sintomas como ansiedade, desorganização e baixa autoestima.
O TDA é frequentemente associado a crianças e adolescentes, mas muitas mulheres vivem com esse transtorno na idade adulta, tendo passado a vida sem um diagnóstico correto. Essas mulheres podem lutar constantemente contra a autoimagem e a produtividade, sentindo-se sobrecarregadas pelo cotidiano e incapazes de corresponder às expectativas sociais, familiares e profissionais. Esse aspecto é muito relevante para aceitar e entender como o TDA se apresenta de maneira única no universo feminino.
As manifestações do TDA em mulheres podem incluir:
O impacto do TDA na vida de uma mulher pode ser profundo. Muitas podem sentir que suas relações pessoais e profissionais são afetadas por sua dificuldade em administrar o tempo ou cumprir prazos. Este ritmo acelerado da vida moderna desafia ainda mais as mulheres, que frequentemente sentem a pressão de equilibrar múltiplas funções, como trabalho, maternidade e vida social, o que pode gerar uma sensação de inadequação e frustração.
Uma das terapias mais indicadas para mulheres que enfrentam o desafio do TDA é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Esta modalidade terapêutica tem se mostrado eficaz no tratamento do TDA, ajudando a modificar padrões de pensamento negativos e comportamentos disfuncionais, além de proporcionar ferramentas práticas para a organização e regulação emocional.
A TCC é indicada para aquelas que reconhecem a necessidade de suporte profissional para lidar com os desafios do TDA. Também é benéfica para mulheres que enfrentam outros aspectos, como ansiedade e depressão. Por outro lado, ela pode não ser a melhor escolha para indivíduos que não estão prontas para um trabalho introspectivo profundo, ou que necessitem de intervenções mais específicas, como medicamentos, dependendo da gravidade do transtorno.
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 5. ed. Arlington: APA, 2013.
WILENS, Timothy E.; ADDLEMAN, Ann. Attention-deficit/hyperactivity disorder in women. In: THE LANCET PSYCHIATRY. 2018. p. 123-130.
CHADWICK, Paul; CLAYTON, Gillian. Treating Attention Deficit Hyperactivity Disorder in Adulthood: Evidence, Considerations and Future Directions. In: ADULT PSYCHIATRY. London: SAGE, 2020.
Para mais informações sobre como lidar com o TDA e as terapias que podem ajudar, não hesite em acessar nossa página de contato. Estamos aqui para ajudar você!